terça-feira, 18 de abril de 2017

Ideias de murais para o Dia das Mães

A confira várias ideias de murais para alegrar ainda mais sua sala de aula.
Ideias de murais para o Dia das Mães
O Dia das Mães é um dia para celebrar e agradecer a todas as mães, tias, avós, madrinhas, fazendo-se necessário a extensão ao sexo masculino. 
Por ser uma data móvel aqui no Brasil, comemoramos sempre no segundo domingo do mês de Maio. Em vários países é comemorado em outras datas que vão desde Março à Dezembro.


É comum neste dia/semana os filhos fazerem surpresas às suas mães, dando presentes ou organizando atividades que demonstrem amor e carinho por elas.

A confira várias ideias de murais para alegrar ainda mais sua sala de aula.

A confira várias ideias de murais para alegrar ainda mais sua sala de aula.
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A confira várias ideias de murais para alegrar ainda mais sua sala de aula.
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A confira várias ideias de murais para alegrar ainda mais sua sala de aula.
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A confira várias ideias de murais para alegrar ainda mais sua sala de aula.
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A confira várias ideias de murais para alegrar ainda mais sua sala de aula.
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A confira várias ideias de murais para alegrar ainda mais sua sala de aula.
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A confira várias ideias de murais para alegrar ainda mais sua sala de aula.
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A confira várias ideias de murais para alegrar ainda mais sua sala de aula.
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A confira várias ideias de murais para alegrar ainda mais sua sala de aula.
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INDISCIPLINA: Atitudes que favorecem a relação com os alunos

A indisciplina é uma das maiores dificuldades enfrentadas pelos educadores para desenvolverem o trabalho pedagógico. 

Os conflitos em sala de aula caracterizam-se pelo descumprimento de ordens e pela falta de limites como, por exemplo: falar durante as aulas o tempo todo, não levar material necessário, ficar em pé, interromper o professor, gritar, andar pela sala, jogar papeizinhos nos colegas e no professor, dentre outras atitudes que impedem os docentes de ministrar aulas de qualidade. 

A indisciplina é uma das maiores dificuldades enfrentadas pelos educadores para desenvolverem o trabalho pedagógico.
INDISCIPLINA: O QUE FAZER?
Pensando nisso listei algumas atitudes que podem favorecer essa relação entre professor e aluno. 
VEJA ALGUMAS DICAS:


1. Planejar e programar bem as aulas. Não confiar na improvisação.
2. Manter sempre os alunos ocupados porque nada favorece tanto a indisciplina como não ter nada que fazer.
3. Evitar centrar-se num aluno, pois os outros ficarão entregues a si mesmos.
4. Evitar os privilégios na aula. A escola deve ser um lugar de combate aos privilégios.
5. Não fazer alarde de rigor. Quando for necessário corrigir, fazê-lo com naturalidade e segurança.
6. Não falar de assuntos estranhos à aula.
7. Aproximar-se dos alunos de modo amigável, tanto dentro como fora da escola.
8. Estar a par dos problemas particulares dos alunos para poder ajudá-los quando necessário.
9. Se tiver de fazer uma correção (intervenção), que esta seja firme, mas que nunca ultrapasse a linha do amor próprio e seja de preferência em privado.
10. Procurar um ambiente cordial, tranquilo e sereno.
11. Ser coerente e não justificar as incoerências. Quando houver alguma incoerência o melhor é reconhecê-la e honestamente retificá-la.
12. Se se aplica um castigo deve ser mantido e cumprido, a não ser que haja um grande equívoco que justifique uma mudança de atitude.
13. Não se deve castigar sem explicar clara e explicitamente o motivo do castigo.
14. Não agir em momentos de ira e descontrole.
15. Evitar ameaças que depois não possam ser cumpridas, pois isso tira prestígio ao professor.
16. Os alunos monitores devem colaborar na disciplina da aula.
17. Há que ser pródigo em estímulos e reconhecimentos de tudo o que de bom faça o aluno, embora sem exageros ou formas que pareçam insinceras.
18. Evitar castigar todos aos alunos por culpa de um só, a não ser que existam implicações gerais.
19. Evitar atitudes de ironia e sarcasmo.
20. Ser sincero e franco com os alunos.
21. Saber dar algo aos alunos, não pedir-lhes sempre.

Leitura, escrita e contagem - Os Indiozinhos

Leitura, escrita e contagem - Os Indiozinhos
Nesta postagem trago para vocês atividades de Leitura, escrita e contagem indicada a alunos do primeiro ano do Ensino Fundamental.

Estes exercícios são excelentes sugestão para trabalhar o Dia do Índio, data que é comemorada anualmente em 19 de abril.

Foram criadas por Isabel Cristina do Blog Amor Ensina.

Leitura, escrita e contagem - Os Indiozinhos

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Atividades do Dia do Índio

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Atividades do Dia do Índio
Nesta postagem trago para vocês Atividades do Dia do Índio prontas para imprimir, com vários desenhos para colorir.

Conteúdo desta postagem: Atividades prontas para o dia do índio, desenhos para colorir do dia do índio, atividades do dia do índio, desenhos de índio para colorir, artefatos indígenas, moldes e modelos

História do Dia do Índio 

Comemoramos todos os anos, no dia 19 de Abril, o Dia do Índio. Esta data comemorativa foi criada em 1943 pelo presidente Getúlio Vargas, através do decreto lei número 5.540. Mas porque foi escolhido o 19 de abril? 

Origem da data 

Para entendermos a data, devemos voltar para 1940. Neste ano, foi realizado no México, o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. Além de contar com a participação de diversas autoridades governamentais dos países da América, vários líderes indígenas deste continente foram convidados para participarem das reuniões e decisões. Porém, os índios não compareceram nos primeiros dias do evento, pois estavam preocupados e temerosos. Este comportamento era compreensível, pois os índios há séculos estavam sendo perseguidos, agredidos e dizimados pelos “homens brancos”. 

No entanto, após algumas reuniões e reflexões, diversos líderes indígenas resolveram participar, após entenderem a importância daquele momento histórico. Esta participação ocorreu no dia 19 de abril, que depois foi escolhido, no continente americano, como o Dia do Índio.
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Atividades do Dia do Índio -  PDF 

Para ter acesso a todas as Atividades, desenhos, moldes e modelos confira o link a seguir e faça DOWNLOAD EM PDF.

Tags: Datas Comemorativas, ATIVIDADES, Atividades Dia do Índio, Dia do Índio, Exercícios, PDF, Baixar, Baixe Atividades, 

A importância da rotina na vida das crianças

A rotina é fundamental na infância, pois nessa fase a noção de tempo é muito complicada.

A importância da rotina na vida das crianças
A importância da rotina na vida das crianças
Ao saber o que vem antes e depois a criança se sente mais confortável e aprende desde cedo a importância da organização, ou seja, ela saberá a hora de realizar suas tarefas, saberá o horário para ir à escola e que seus pais estarão lá na hora da saída, hora das refeições, de brincar, de tomar banho, e todas os demais afazeres do dia a dia.


A rotina tem um importante papel no crescimento e desenvolvimento da criança. É através da adoção de hábitos e da rotina do dia a dia que a criança começará a ter as primeiras noções de compromisso e importância da manutenção da saúde e necessidades básicas.
Para que seu filho cresça com saúde é indispensável que sejam adotados e respeitados alguns hábitos, que serão parte de sua rotina. As rotinas mais importantes para seu filho são: a rotina do sono, da alimentação, da higiene pessoal, do tempo livre e dos compromissos
Outro benefício da rotina é que a criança já se prepara para a próxima tarefa, que acontecerá de forma mais tranquila. Um bom exemplo é a hora do sono, crianças que dormem sempre no mesmo horário raramente apresentam dificuldade para dormir, pois seu corpo está adaptado e a própria rotina já mostra a ela que esse momento está chegando.

O que deve fazer parte da rotina

As tarefas mais importantes que devem fazer parte da rotina das crianças são:
  • Hora de acordar
  • Hora das refeições
  • Higiene bucal após as refeições
  • Hora de ir para a escola
  • Hora das atividades extras (natação, por exemplo)
  • Hora de brincar
  • Hora de fazer o dever de casa
  • Hora do banho
  • Hora de dormir
Para os adolescentes, acrescente também a hora de ajudar com as tarefas domésticas, como passear com o cachorro, levar lixo para fora, arrumar a cama…

A rotina do sono

A partir do momento que a criança começa a ter um pouco mais de contato com o mundo exterior e passa a perceber tudo o que o mundo oferece, é natural que ela queira avançar seus próprios limites e tentar coisas novas. Muitas vezes a criança vai tentar mudar seu horário de dormir ou acordar. Essa vontade de mudar de horário é natural, no entanto cabe aos pais orientar seus filhos e dizer “não” ao hábito de dormir fora do horário.
Uma boa rotina de sono é fundamental para o desenvolvimento da criança. Enquanto ela dorme, ela cresce e se desenvolve. É durante o sono também que ela memoriza todos os aprendizados do dia.
A rotina do sono começa quando a criança ainda é um bebê. Bebês devem e precisam ter hora de dormir e hora para acordar. O ideal é que a criança durma de oito a dez horas por noite. Para o bebê, a hora de ir pro berço é no máximo às 20h30. Quando a criança cresce, a rotina de sono deve ser mantida!
Caso contrário, surgirão dificuldades de relacionamento entre os pais e filhos, além do próprio desenvolvimento da criança e sua saúde estarem prejudicados.

A rotina da alimentação

Assim como é necessário respeitar a hora de dormir, é necessário respeitar a hora de comer. Evite que seu filho faça refeições ou lanchinhos fora do horário combinado para não prejudicar sua saúde.
Além de horário, é necessário ter rotina na alimentação, oferecendo-se sempre alimentos saudáveis e naturais, evitando-se o consumo exagerado de industrializados e doces.

A rotina da higiene pessoal

Acompanhe seu filho durante o banho, orientando-o a forma correta de fazê-lo. Ensine-o a lavar as mãos antes das refeições e exija que escove os dentes após as refeições e antes de dormir. Esses pequenos atos, que muitas vezes passam batidos no dia a dia, são fundamentais para a melhor saúde e qualidade de vida da criança, além de prevenir muitas doenças.

A rotina do tempo livre

Criança precisa ter tempo livre para brincar e se divertir! Portanto, respeite o horário de brincar de seu filho e participe de todas as fases!

A rotina dos compromissos

Seja ir para a escola, ao médico, ao dentista, à casa dos avós, ensine ao seu filho a importância da rotina dos compromissos. Fará grande diferença em sua vida adulta.
Claro que a rotina não deve se tornar uma tortura, muito menos ser estressante. Imprevistos acontecem e a flexibilidade para ajustar as agendas também é necessária, sair da rotina de vez em quando é natural e também faz parte do aprendizado. Se a criança não souber lidar com esses imprevistos é importante conversar com ela para entender o que a está incomodando e explicar quais devem ser as próximas etapas do dia.
  • Saindo da rotina (férias, por exemplo): avise pela manhã como deverá ser o dia para evitar que fiquem ansiosas

Não exagere na quantidade de atividades

A rotina é essencial para o bom desenvolvimento psicológico e organizacional da criança, mas ter o dia todo tomado por afazeres não é nada legal.
Antes de sair matriculando as crianças em atividades extras, como futebol, ballet, natação, judô, entre outras, analise se a criança está com tempo livre para brincar ou mesmo para “não fazer nada”, afinal descansar também é necessário.

Rotina com bebês também é importante

Estabelecer uma nova rotina quando o bebê nasce não é nada fácil, afinal a nova mamãe terá sua própria rotina toda alterada em função do recém-nascido.
Mas é possível começar desde cedo essa nova rotina, e o primeiro passo é com a hora do banho. O banho morninho é relaxante e logo o bebê começará a entrar na rotina de banho, amamentação e hora de dormir. Por isso um banho relaxante ao anoitecer começa a ser uma rotina importante para a qualidade do sono dos bebês e das mamães, que devem aproveitar esse momento para descansar enquanto o bebê dorme.
A medida que o bebê vai crescendo e passando a ficar mais tempo acordado, a rotina da família vai se ajustando para organizar e tranquilizar o dia a dia de todos.
Fonte: Rotina Down

Até 2020, a depressão será a doença mais incapacitante do mundo, diz OMS Retirado do site: http://www.soescola.com

Transtorno ainda enfrenta preconceito, apesar de afetar mais de 120 milhões de pessoas

Transtorno ainda enfrenta preconceito, apesar de afetar mais de 120 milhões de pessoas
A depressão é caracterizada pela tristeza constante que incapacita o indivíduo para as atividades corriqueiras, como trabalhar e estudar
Ela chega de mansinho, assim como quem não quer nada. Num dia, você acorda triste, desanimado. No outro, bate uma sensação de vazio e uma vontade incontrolável de chorar, sem qualquer motivo aparente. A depressão é assim, um mal silencioso e ainda mal compreendido – até mesmo entre os próprios pacientes.

Considerada um transtorno mental afetivo, ou uma doença psiquiátrica, a depressão é caracterizada pela tristeza constante e outros sintomas negativos que incapacitam o indivíduo para as atividades corriqueiras, como trabalhar, estudar, cuidar da família e até passear.

De acordo com OMS (Organização Mundial de Saúde), até 2020 a depressão será a principal doença mais incapacitante em todo o mundo. Isso significa que quem sofre de depressão tem a sua rotina virada do avesso. Ela deixa de produzir e tem a sua vida pessoal bastante prejudicada.

Atualmente, mais de 120 milhões de pessoas sofrem com a depressão no mundo – estima-se que só no Brasil, são 17 milhões. E cerca de 850 mil pessoas morrem, por ano, em decorrência da doença.

Descrita pela primeira vez no início do século 20, a depressão ainda hoje é confundida com tristeza, sentimento comum a todas as pessoas em algum momento da vida. Brigar com o namorado, repetir o ano escolar e perder o emprego são motivos para deixar alguém triste, cabisbaixo. Isso não significa, porém, que o sujeito está com depressão. Em alguns dias, ele, certamente, vai estar melhor.

O desconhecimento real do funcionamento desse transtorno afetivo é o principal responsável por um dos maiores problemas para quem sofre com a depressão: o preconceito. Para Marcos Pacheco Ferraz, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), ele ainda existe e prejudica muito o paciente.

– Principalmente no ambiente de trabalho, onde há competições e cobranças por bom desempenho, é comum as pessoas nem comentarem sobre a enfermidade. Nesses casos, o melhor é tirar férias ou licença médica.

E não é só isso. A ignorância em torno da doença faz com que familiares e amigos, na tentativa de ajudar, piorem ainda mais a condição do depressivo.

Frases como “tenha um pouco de força de vontade”, “vamos passear no shopping que melhora”, “você tem uma vida tão boa, tá com depressão por que?” e “se ocupe com outras coisas que você não terá tempo de pensar em bobagens”, funcionam como uma bomba na cabeça de quem já se esforça, diariamente, para conseguir sair da cama.

– Isso mostra que as pessoas não conhecem o transtorno. Achar que é frescura ainda é comum. Elas não imaginam que o paciente não consegue reagir. Não depende de força de vontade.

A designer C.N., 35 anos, que passou por uma depressão severa há alguns anos, sabe bem o que é isso. Mesmo trabalhando em um ambiente com pessoas bastante esclarecidas, ela cansou de ouvir esse tipo de comentário. E os efeitos eram devastadores. Ela conta que “até críticas sobre o meu médico eu ouvi. Uma colega disse que ele não devia ser bom, pois depois de um mês de tratamento eu já deveria estar curada.”

– É incrível o poder que algumas palavras tem sobre o doente. A primeira coisa que as pessoas perguntavam era o motivo da minha depressão, pois eu tinha uma vida tão boa, uma família, filha, um casamento bacana, um emprego legal. O fato de não ter uma explicação para a doença me deixava péssima. Era um sentimento de culpa enorme.

Por isso, Ferraz diz que é muito importante a participação da família no tratamento. Eles precisam saber o que devem e o que não devem fazer em relação ao doente. Para ele, “fazer com que todos entendam o mecanismo do transtorno e como agem os remédios é fundamental para o sucesso do tratamento. Ainda existe o mito de que antidepressivo vicia, o que é um grande engano.”
Fonte: Notícias r7

“Os quatro estágios de aprendizagem de leitura”

Nesta postagem trago para vocês “Os quatro estágios de aprendizagem de leitura”

Nesta postagem trago para vocês “Os quatro estágios de aprendizagem de leitura”.


PLANO DE AULA1) Apresentação e sistematização dos 04 estágios de leitura:1.1) Estágio da decodificação;1.2) estágio da compreensão superficial;1.3) estágio das inferências;1.4) estágio da leitura crítica.
1.1) Estágio da decodificaçãoNessa fase, o leitor está preocupado em decodificar os símbolos e letras que se apresentam. Por isso, não há grandes preocupações com o significado das palavras e frases. Corresponderia aos primeiros anos de alfabetização. Normalmente, é o aluno que consegue ler as palavras, porém, com dificuldade e, ao final, não consegue construir sentidos acerca do que leu.
1.2) Estágio da compreensão superficialO aluno já conhece com alguma autonomia o código, porém, a sua leitura ainda é superficial, presa aos sentidos literais mais básicos das palavras e dos textos. Ainda não tem maturidade nem experiência para uma leitura mais proficiente.
1.3) Estágio das inferênciasQuando o aluno chega a essa fase, é capaz de ler com mais independência. Faz inferências, relaciona o texto lido a outros e ao contexto, cria relações intertextuais, ou seja, tem um bom domínio do texto.
1.4) Estágio da leitura críticaO discente que lê com autonomia, é capaz de tecer relações entre os sentidos dos textos e outros com os quais tenha contato. Além disso, consegue posicionar-se criticamente, dar opiniões e até argumentar acerca do lido. É o chamado leitor proficiente: aquele que conseguiu atingir o estágio de Letramento, é o nível de formação ao qual o discente deve chegar ao final da sua formação básica, porém não é a realidade que presenciamos no cotidiano profissional.
EXEMPLOS:O leitor iniciante (a partir dos 06/07 anos): Fase da aprendizagem da leitura, na qual a criança já reconhece, com facilidade, os signos do alfabeto e reconhece a formação das sílabas simples e complexas. A imagem ainda deve predominar sobre o texto (...).
O leitor em processo (a partir dos 08/09 anos): Fase em que a criança já domina com facilidade o mecanismo da leitura (...). Presença das imagens em diálogo com o texto.
O leitor fluente (a partir dos 10/11 anos): Fase de consolidação do domínio da leitura e da compreensão do mundo expresso na livro. A presença das imagens já não se faz necessária assim como a dos adultos. Ainda domina o maravilhoso, o mágico e o fantástico.O leitor crítico (a partir dos 11/13 anos): Fase do total domínio da leitura, da linguagem escrita; fase de desenvolvimento do pensamento reflexivo e crítico. O convívio do leitor crítico com o texto literário deve extrapolar a mera fruição de prazer ou emoção e deve provocá-lo para penetrar no mecanismo da leitura.

BIBLIOGRAFIACOELHO, Nelly Novaes. Literatura infantil – Teoria + Análise + Didática. São Paulo: Moderna, 2003.KATO, M. O aprendizado da Leitura. São Paulo: Martins Fontes, 1985.SMITH, Frank. Compreendendo a leitura. Uma análise Psicolinguística da leitura e do aprender a ler. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2003.______, Leitura Significativa. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, p. 09, 13, 118.
EXERCÍCIO PRÁTICOApós estudarem os temas, mote das aulas anteriores, escreva um texto sobre o que mudou na sua forma de entender os conceitos de: Texto, Linguagem, Gêneros textuais e leitura, tanto no contexto escolar quanto na vida prática.
Exponha sua visão anterior e compare com os novos conceitos formados a partir das aulas ministradas.Mencione como esses conceitos podem ajudá-los em sala de aula_____________________


Confira o Slide Player:
→ Slide

Como criar um ambiente agradável de ensino infantil Retirado do site: http://www.soescola.com/2017/04/como-criar-um-ambiente-agradavel-de-ensino-infantil.html#ixzz4enKoREGq

Professor veja o que você deve acrescentar no seu trabalho para que as crianças se sintam bem na escola

Professor veja o que você deve acrescentar no seu trabalho para que as crianças se sintam bem na escola

Ensinar para crianças pequenas é uma habilidade desenvolvida apenas por alguns docentes, já que outros realmente não se identificam com essa faixa etária. 

Construir uma sala de aula em que os estudantes consigam se divertir e ainda iniciar os aprendizados na vida acadêmica é algo muito complexo e, por isso, precisa de muito esforço por parte do professor.


Confira como criar um ambiente que valorize o que é melhor para as crianças:

1 – Seja um professor inesquecível

Quando os estudantes têm bons docentes logo nos primeiros anos de vida, é comum que eles se interessem mais pelo aprendizado. Por isso, é importante que você monte suas aulas de forma que possa ser respeitado, mas ao mesmo tempo crie um laço com os estudantes.

2 – Entenda os sentimentos dos alunos

À medida que demonstra empatia pelos sentimentos dos alunos, você perceberá que eles se sentirão mais felizes emir à aula. É importante que, desde cedo, os estudantes sintam que a escola é um local em que podem ser acolhidos e, além disso, que possam ver no professor uma pessoa que está ali para ajudá-lo, tanto em questões pessoais como profissionais.

3 – Dê boas condições de ensino

Você precisa pensar em formas de ensinar os conteúdos para os estudantes que façam com que eles se envolvam com o aprendizado. Foque em conseguir estratégias que formem estudantes que sejam capazes de aprender se divertindo, porque o aprendizado será realizado mais facilmente.

4 – Valorize a sabedoria

Deixe claro aos alunos que muitas vezes é mais importante estudar e entender do que decorar. Se desde pequenos entenderem a importância de valorizarem a aprendizagem de fato, você conseguirá formar crianças que se tornarão cada vez mais preocupadas em compreender e não memorizar. A longo prazo, essa característica será essencial para que eles tenham bom desempenho acadêmico.

5 – Faça com que eles se expressem

A infância é um período no qual os estudantes começam a criar a própria identidade e, por isso, é importante que você os estimule a serem eles mesmos. Quanto mais eles se sentirem livres, mais fácil será de conseguirem defender a identidade própria.
Leia Também:

Como tornar as aulas mais dinâmicas na Educação Infantil


Como tornar mais dinâmicas suas aulas para a Educação Infantil. Saiba o que fazer para estimular o aprendizado e diversão na escola.


Como tornar mais dinâmicas suas aulas para a Educação Infantil

Confira algumas dicas para ajudar os professores que educam os alunos dessa faixa de idade tão especial. Confira:

1 – Continue atualizado
Por mais que a Educação Infantil não lide com disciplinas como Português e Matemática, é preciso continuar estudando sobre a área da pedagogia para conhecer as novas técnicas de ensino para os alunos. Procure ler as obras de teóricos importantes como Paulo Freire e, porque não voltar a estudar? Invista em cursos, como a pós-graduação. Caso você esteja sem tempo, cursos online podem ser uma ótima opção. Alguns, inclusive, também são gratuitos.

2 – Aproveite a tecnologia
Atualmente, com o avanço de tablets e smartphones, as crianças estão em contato com a tecnologia cada vez mais cedo. Sendo assim, é importante que a sala de aula e os professores acompanhem esse processo. É preciso conhecer as ferramentas necessárias, como aplicativos, jogos e vídeos que estimulam o raciocínio lógico de maneira lúdica.

3 - Estimule a interação na sala
Como dissemos, a pré-escola é o primeiro espaço de socialização da criança, que até então esteve acostumada apenas ao ambiente familiar. É importante criar uma atmosfera amigável, em que os alunos se sintam à vontade para se expressar, brincar, aprender e, o mais importante, interagir uns com os outros.

4 – Incentivar o bom comportamento em sala
Lembre-se que mesmo sendo muito pequenos eles já conseguem assimilar noções de ordem e disciplina, portanto, é interessante já começar o trabalho de conscientização em relação ao bom comportamento. Insira algumas regras logo nos primeiros dias e trabalhe valorizar os bons exemplos dentro de sala. Também é importante estabelecer uma parceria com os pais para que os conceitos de disciplina que forem aplicados na escola se reflitam em casa e vice-versa.

5 – Torne a aula divertida
Os jogos e brincadeiras têm um papel muito importante na forma psico-social das crianças, portanto, é necessário incentivar o aprendizado de maneira divertida. Uma das ideias é criar projetos, por exemplo, um mural de desenhos, em que eles possam retratar algo que tenham aprendido. Dessa forma é possível unir aprendizado e o universo lúdico, gerando uma boa experiência para as crianças.

Atividades - Vogais

Confira Atividades prontas para imprimir para trabalhar as vogais.
Vogais - Atividades para Imprimir
Nesta postagem trago para vocês Atividades prontas para imprimir para trabalhar as vogais nas series iniciais. 


Você vai encontrar Exercícios como:
  • Pinte as vogais pedidas em cada linha;
  • Junte as vogais iguais;
  • Pinte palavras que iniciam com "I";
  • Pinte figuras que iniciam com "I";
  • Pinte palavras que iniciam com "E";
  • Pinte figuras que iniciam com "E";
  • Pinte palavras que iniciam com "A";
  • Pinte figuras que iniciam com "A";
  • Pinte palavras que iniciam com "O";
  • Pinte figuras que iniciam com "O";
  • Pinte palavras que iniciam com "U";
  • Pinte figuras que iniciam com "U";

Aprendendo as Vogais A E I O U

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Atividades de Vogais

Atividades prontas para imprimir para trabalhar as vogais.
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Atividades prontas para imprimir para trabalhar as vogais.
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Atividades prontas para imprimir para trabalhar as vogais.
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Atividades prontas para imprimir para trabalhar as vogais.
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Atividades prontas para imprimir para trabalhar as vogais.
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Atividades prontas para imprimir para trabalhar as vogais.
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Bons leitores são bons alunos em qualquer disciplina

Confira atividades prontas para imprimir que trabalham o Sítio do Pica Pau Amarelo. São excelentes sugestões de exercícios para trabalhar no dia 18 de Abril - Dia Nacional do Livro Infantil.
Sítio do Pica-Pau Amarelo - Atividades para Imprimir
Nesta postagem trago para vocês atividades prontas para imprimir que trabalham o Sítio do Pica Pau Amarelo. 

São excelentes sugestões de exercícios para trabalhar no dia 18 de Abril - Dia Nacional do Livro Infantil.

Coordenação Motora - Jogo Twister


O Twister é um jogo muito divertido, que também utiliza o corpo e trabalha a coordenação motora e a flexibilidade das crianças.
Coordenação Motora - Jogo Twister
O Twister é um jogo muito divertido, que também utiliza o corpo e trabalha a coordenação motora e a flexibilidade das crianças. 


A seguir, confira um passo passo para montar um jogo desses você mesmo.

Você vai precisar de:
  • Tecido plastificado, de cor clara, e quadrado (o ideal é que ele tenha a seguinte medida: 1,25m por 1,55m);
  • linha para costura;
  • Máquina de costura, ou agulha - você pode costurar da forma que preferir 4 cores diferentes de tinta acrílica de sua preferência;
  • Pratos de papel;
  • Tesoura Fita métrica;
  •  Lápis Pincéis;
Passo a passo para fazer:

  1. Comece cortando o tecido escolhido nas medidas 1,25m por 1,55m. Para dar o acabamento, faça a barra ao redor de todo o tecido.
  2. Coloque o tecido no chão e, mantendo uma pequena distância entre cada prato,  posicione os pratos de papel sobre ele. Você fará 4 linhas com 5 pratos em cada. Os pratos serão o molde dos círculos coloridos do jogo.  Use lápis pata desenhar os contornos dos pratos.
  3. Em seguida, use os próprios pratos como base para a tinta e pinte os círculos. Lembre-se: cada linha deve conter círculos da mesma cor.
  4. Agora é só deixar secar a tinta direitinho.
  5. Por fim, use o esquema do jogo abaixo e um lápis para jogar.
O Twister é um jogo muito divertido, que também utiliza o corpo e trabalha a coordenação motora e a flexibilidade das crianças.
Jogo Twister Caseiro
Com informações do blog Delineate your dwelling

Mordida: entenda o que há por trás desse ato comum entre crianças

A mordida é comum entre crianças de um a três anos e se estabelece como uma forma de comunicação. Mas, para compreender como isso se dá, é preciso pensar no bebê assim que nasce, tendo como única ferramenta disponível o choro. 
A mordida é comum entre crianças de um a três anos e se estabelece como uma forma de comunicação.
Mordida
Com o tempo, a criança vai ganhando autonomia e passa a sustentar a própria cabeça, a sentar e engatinhar. Por outro lado, quem cuida do bebê também adquire mais recursos para compreender suas necessidades.

Quando está um pouco maior, a criança percebe que seu cuidador não adivinha o que ela sente, portanto ela precisa de ferramentas para se comunicar. Desse modo, o pequeno passa a explorar o próprio corpo, começando pela boca, tão usada para a sucção e para conhecer e experimentar o mundo.

Antes de servir para comunicar algo, a mordida é empregada nesse período de pesquisas, de estabelecimento de comunicação entre a criança e o outro. É comum, inclusive, que a criança que já entende que não pode morder espere o adulto se afastar para morder um amigo mais uma vez. Ela tenta compreender quais são os limites, o que acontece se morde o outro.

No entanto, como o artigo aponta, é preciso entender o contexto, porque muitas vezes o pequeno dá a mordida como forma de demonstração de carinho ou em disputa por um brinquedo.

Tags: Mordidas, Crianças, Crianças que Mordem, Artigos Educacionais, Dicas, Dicas para Educadores, Dicas para os País;

Com Informações: Ninguém Cresce Sozinho

Sangue fervendo? Como lidar com as crianças?

Como lidar com as crianças quando o seu sangue começa a ferver? Perder a paciência não quer dizer que não se é um bom pai ou mãe, ou que não se está apto a cuidar de uma criança. 

A questão que fica é: o que fazer quando a paciência começar a acabar e você sente que o acolhimento e o amor pode dar lugar à gritos e broncas?

Sangue fervendo? dicas de como lidar com as crianças
O que fazer quando a paciência começar a acabar e você sente que o acolhimento e o amor pode dar lugar à gritos e broncas?
Em post no blog Aha Parenting", a Dr. Laura Markham, abordou o assunto e deu algumas dicas para adultos lidarem com momentos como esses. Na opinião dela, o melhor a se fazer é respirar fundo e fazer "nada".

"Quando perdemos a cabeça, sentimos uma necessidade urgente de fazer algo, qualquer coisa. Mas esse é o nosso sistema de resposta de emergência operacional. Portanto, a coisa mais eficaz que você pode fazer é restaurar a si mesmo antes de agir. Por quê? Porque o cérebro racional para de funcionar quando você está com raiva. Então, quando você age de raiva ou medo, você nunca está tomando uma ação construtiva" - Disse ela.

Confira dicas da especialista:

1. Observe o que está acontecendo com você: a respiração pode ficar ofegante, o tom de voz elevado, ou a mandíbula tensionada. Ou talvez sua mente comece a se agitar com pensamentos irritados. Quando você consegue perceber que está perdendo a cabeça, você tem a chance de agir de outra forma.
Sim, perceber essas pequenas perturbações antes de  perder a cabeça não é uma tarefa simples, mas vai ficando cada vez mais fácil.
2. Apenas pare e respire: se não houver intervenção física absolutamente necessária, apenas segure e respire profundamente. Mesmo se você estiver se movendo em direção à criança para impedir que ela faça algo que não deve, respire fundo. Respirar ajuda a neutralizar os hormônios do stress que invadem o seu organismo quando você perde a cabeça.
3. Resista ao impulso de agir imediatamente: respire e tolere o que você está sentindo até que passe. Isso não será fácil, você pode ter a sensação de falta de ar, ou outras sensações desagradáveis. Mas se você continuar respirando nessas sensações em seu corpo, os sentimentos passarão. Uma outra dica é se abraçar e se inundar com amor.
4. Tente - de verdade - ver as coisas do ponto de vista da criança: se você tem certeza de que está certo e o outro errado, você já está criando uma situação de embate, na qual a criança é o 'inimigo'. Um caminho melhor seria pensar que a criança está tendo um momento difícil, ela precisa da ajuda do adulto.
5. Escolha o amor: cada ação que tomamos pode ser vista como uma escolha entre amor e medo. Uma vez que você se libertar desse impulso  para "lutar ou fugir" você pode fazer o que sempre dizemos às crianças:  uma escolha melhor.
Algumas dicas:
  1. Com empatia, defina um limite
  2. Invoque toda a sua compaixão para que a criança, no momento da raiva, se sinta seguro o suficiente para soltar o escudo da raiva e suavizar suas lágrimas ou medos
  3. Tente descontrair a situação com brincadeiras.
  4. Escute os motivos que estão deixando a criança tão chateada.
  5. Estenda os braços para um abraço.
  6. Você deve ensinar? Claro, mas quando ambos estiverem calmos.
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Fonte: Catraquinha